segunda-feira, 9 de abril de 2012

07 DE ABRIL - Dia Mundial da Saúde


Dia Mundial da Saúde foi criado pela OMS em 7 de abril de 1950, quando da realização da primeira Assembléia
O Dia Mundial da Saúde evoca a criação da Organização Mundial da Saúde (OMS, bandeira acima), fundada nessa data em 1948, e é o esforço mais vísivel desta organização para chamar a atenção para um aspecto-chave global escolhido anualmente.
A primeira Assembléia da Saúde Mundial criou o evento, em 1948, que é comemorado a 7 de Abril desde 1950.
Ao longo dos seus 60 anos, a Organização Mundial da Saúde enfrentou vários desafios da saúde pública que se foram colocando ao homem e ao mundo, concretamente, a luta contra certas doenças - a tuberculose, o tétano, a poliomielite, o HIV, a luta contra o tabaco.
O Dia Mundial da Saúde, comemorado dia 7 de abril, assinala, assim, a entrada em vigor da Constituição da OMS que, tendo alcançado a erradicação da varicela , continua ainda a trabalhar no programa do controlo da malária, uma das suas grandes batalhas a nível global.
Para o 2008, a OMS escolheu como tema a protecção da saúde contra os efeitos das alterações climáticas
Para 2009 O Dia Mundial da Saúde tem como tema “Salvar vidas - Hospitais seguros em situações de emergência”.
Os profissionais, os edifícios e os serviços de saúde também podem tornar-se vítimas em situações de emergência, acidentes ou outras catástrofes, naturais, biológicas, tecnológicas, sociais ou conflitos armados.
As populações podem ver-se, assim, privadas de serviços de saúde cruciais para salvar vidas.
O tema escolhido para 2009 destaca a importância de garantir que as unidades de saúde, sejam elas hospitais ou centros de saúde, têm a resistência física necessária para manter o respectivo funcionamento e a segurança dos profissionais de saúde, assegurando que as populações afectadas são devidamente atendidas.
Em cada ano, a OMS aproveita a ocasião para fomentar a consciência sobre alguns temas chave relacionados com a saúde mundial. Neste sentido, organiza eventos a nível internacional, regional e local para promover o tema escolhido em matéria de saúde.
O Dia Mundial da Saúde evoca a criação da Organização Mundial da Saúde (OMS, bandeira acima), fundada nessa data em 1948, e é o esforço mais vísivel desta organização para chamar a atenção para um aspecto-chave global escolhido anualmente.
A primeira Assembléia da Saúde Mundial criou o evento, em 1948, que é comemorado a 7 de Abril desde 1950.
Ao longo dos seus 60 anos, a Organização Mundial da Saúde enfrentou vários desafios da saúde pública que se foram colocando ao homem e ao mundo, concretamente, a luta contra certas doenças - a tuberculose, o tétano, a poliomielite, o HIV, a luta contra o tabaco.
O Dia Mundial da Saúde, que hoje se comemora, assinala, assim, a entrada em vigor da Constituição da OMS que, tendo alcançado a erradicação da varicela , continua ainda a trabalhar no programa do controlo da malária, uma das suas grandes batalhas a nível global.
Para o 2008, a OMS escolheu como tema a protecção da saúde contra os efeitos das alterações climáticas
Para 2009 O Dia Mundial da Saúde tem como tema “Salvar vidas - Hospitais seguros em situações de emergência”.
Os profissionais, os edifícios e os serviços de saúde também podem tornar-se vítimas em situações de emergência, acidentes ou outras catástrofes, naturais, biológicas, tecnológicas, sociais ou conflitos armados. As populações podem ver-se, assim, privadas de serviços de saúde cruciais para salvar vidas.
O tema escolhido para 2009 destaca a importância de garantir que as unidades de saúde, sejam elas hospitais ou centros de saúde, têm a resistência física necessária para manter o respectivo funcionamento e a segurança dos profissionais de saúde, assegurando que as populações afectadas são devidamente atendidas.
Dia Mundial da Saúde, comemorado no dia 7 de Abril desde 1950, celebra a criação da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1948.
Em cada ano, a OMS aproveita a ocasião para fomentar a consciência sobre alguns temas chave relacionados com a saúde mundial. Neste sentido, organiza eventos a nível internacional, regional e local para promover o tema escolhido em matéria de saúde.
Fonte: www.cmqv.org

04 DE ABRIL - Dia Nacional do Parksoniano


Doença de Parkinson ou popularmente conhecida como Mal de Parkinson é uma doença neurodegenerativa provocada pela morte de células nervosas localizadas no cérebro. Os sintomas principais são: perda de um grupo de neurônios que produzem dopamina.
A Doença de Parkinson não é rara, ela está presente no mundo todo em todas as raças, e é uma das doenças neurológicas mais freqüentes na faixa de idade acima de 50 anos.

SINTOMAS

Os principais sintomas são tremores (geralmente nas mãos, de um lado só, ou pelo menos predominando em um lado do corpo), lentidão (para atividades manuais ou para andar), rigidez, a escrita torna-se menor, dificuldade para andar, a voz torna-se baixa e monótona.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico é feito pelos sintomas e sinais que o paciente apresente e pelo exame clínico que o médio realiza. Infelizmente não há nenhum tipo de exame complementar que confirme o diagnóstico.
Os exames de tomografia ou ressonância servem apenas para afastar alguma dúvida quanto à possibilidade de diagnóstico de outras doenças, que podem às vezes imitar a Doença de Parkinson.


QUAL É A CAUSA DA DOENÇA?

A causa ainda não é conhecida. Parece que múltiplos fatores combinados acabam determinando o seu aparecimento. Um deles seria uma predisposição genética para desenvolver a Doença de Parkinson. Outro fator importante seria a exposição ambiental a substâncias que seriam tóxicas aos neurônios, principalmente aos dos indivíduos portadores de predisposição genética.

PREVENÇÃO

Não existe a prevenção para a Doença de Parkinson, existe a perspectiva de que em breve possa identificar os indivíduos com maiores chances de desenvolver a doença, e assim no futuro poderá desenvolver dorgas que impedissem, ou pelo menos atrasassem, o aparecimento dos sintomas.

TRATAMENTO DA DOENÇA DE PARKINSON

O tratamento é feito com medicações que controlam os sintomas. O médico dispõe hoje de um arsenal que é suficiente para controlar o problema da grande maioria dos pacientes. Esses medicamentos são freqüentemente usados em combinação e muitos pacientes usam simultaneamente de duas a quatro medicações diferentes. Para que isso dê certo é preciso que o médico conheça bem os problemas da doença e saiba utilizar as drogas adequadamente.

TRATAMENTO CIRÚRGICO

O Tratamento cirúrgico serve como uma complementação ao tratamento medicamentoso. Ainda não há um tratamento cirúrgico que resolva definitivamente o problema. Muito se espera das cirurgias quando se imagina o implante de células-tronco. Infelizmente essa técnica ainda é experimental, e no momento não apresente resultados práticos efetivos.

sábado, 31 de março de 2012

Distúrbios Alimentares - ANOREXIA e BULIMIA

Para quem nunca teve algum tipo de distúrbio alimentar fica difícil entender o porque de uma pessoa aparentemente magra querer ficar mais e mais magra. É que elas, realmente, não se vêem assim. O espelho as mostra gordas, de fato. E por quê? Porque a pessoa está psicologicamente fragilizada e realmente se enxerga gorda por mais que os amigos e familiares falem o contrário. Vamos entender o processo:

ANOREXIA:
Este é o transtorno alimentar mais conhecido. A pessoa tem uma percepção distorcida de seu corpo: mesmo estando magra, enxerga-se gorda, levando à redução drástica na ingestão de alimentos, ou seja para de comer. A pessoa fica obcecada em emagrecer e com muito medo de ganhar peso.
Mesmo em casos leves é recomendado um acompanhamento psicológico para evitar que a doença se torne grave, tornando-se cada vez mais difícil a cura, o que pode levar à morte. Nos casos moderados e graves, é preciso consultar um médico psiquiatra que poderá receitar antidepressivos e outros medicamentos.

BULIMIA:
Neste distúrbio a pessoa geralmente é ansiosa e compensa essa ansiedade na comida. Ingere grandes quantidades de alimentos de uma só vez. É comum os assaltos noturnos à geladeira em que a pessoa ingere, compulsivamente, doces seguidos de salgados e volta para os doces novamente e só para quando se ‘estufa’. Acontece um alívio imediato dos sintomas da ansiedade.
Em seguida, inevitavelmente, vem o sentimento de culpa e o medo de engordar. Para evitar o ganho de peso, provoca vômitos e/ou usa laxantes e diuréticos, geralmente escondido. Após as crises surgem novo sentimento de culpa ou vergonha e, normalmente, um período de dieta ou jejum.
Muitas vezes as duas doenças podem vir juntos, a pessoa é anoréxica e quando enfim resolve se alimentar, come muito de uma só vez, então provoca o vômito, caracterizando a bulimia. Um outro tipo de distúrbio alimentar, a anorexia alcoólica é muito sério e já publicamos aqui.
Esse assunto é muito sério e se você que está lendo acha que pode ter ou conhece alguém que tenha qualquer um deles deve procurar ou aconselhar que essa pessoa procure um médico, pois às vezes é difícil aceitar que se tem o problema.

Fonte: http://www.dasmariasblog.com

31 de março - DIA NACIONAL DA NUTRIÇÃO

Crédito Fotográfico: EWERTON CARREIRA
O próximo dia 31 vai ser um motivo de comemoração, lembrando a importância de uma alimentação saudável para manter a disposição e o bom funcionamento do organismo. Uma dieta rica em minerais, como cálcio e ferro, e proteínas, por exemplo, é importante para todas as idades, principalmente, para quem já passou dos 60 anos. "É preciso equilibrar a ingestão de alimentos ricos em minerais, como frutas e verduras com proteínas do leite desnatado e derivados e dos grãos (grão de bico, feijão, lentilha), que são pobres em gordura e uma boa fonte de fibras, vitaminas e minerais," destaca as vantagens dos alimentos funcionais, que estão em voga atualmente, como é o caso da soja, linhaça e aveia para reforçar a alimentação.

Manter uma dieta saudável hoje é um grande desafio, especialmente diante de tantas opções de alimentos industrializados prontos e rápidos de preparar. Porém, muitos desses alimentos são vilões que trazem riscos ao coração. Pratos altamente calóricos, como alguns tipos de massas, enlatados, carnes gordas, frituras e doces em excesso são perigosos. A recomendação é que as pessoas substituam alguns pratos por outros com potencial calórico mais baixo no dia-a-dia, deixando as opções mais extravagantes para ocasiões mais específicas e raras. "O segredo é ingerir tudo com cautela, sem cometer excessos", reforça.

Dicas para saúde do coração e melhor qualidade de vida:
* Comer frutas cítricas (como laranja, acerola, caju, kiwi) e vegetais; 
* Priorizar carnes magras como aves sem pele e peixes grelhados; 
* Comer alimentos que são ricos em fibras, como aveia, grãos e pães integrais; 
* Limitar a ingestão de gorduras saturadas (contidas nas carnes, leite integral e derivados, como creme de leite, nata, sorvetes, queijos); 
* Evitar alimentos ricos em gorduras trans encontradas em biscoitos recheados, salgadinhos, margarinas; 
* Limitar açúcares 
* Limitar a ingestão de bebidas alcoólicas. 
* Evitar o churrasco com costela, cupim e carneiro, preferindo cortes mais magros, como alcatra. 
* Beber pelo menos dois litros de água por dia 
* Reduzir o sal da alimentação 
* parar de fumar 
* praticar exercícios físicos aeróbicos. 

Tarefas rotineiras e exercícios físicos:
* Adotar quatro dias na semana para fazer uma caminhada 
* Preferir as escadas ao invés do elevador 
* Estacionar o carro em um local um pouco mais distante do destino 
* Dispensar a escada rolante nos shoppings 
* Levantar para falar com o colega, ao invés de chamá-lo pelo telefone ou pelo computador.

sábado, 24 de março de 2012

24 de Março - DIA MUNDIAL DE COMBATE A TUBERCULOSE - Parte I

A tuberculose é uma das doenças infecciosas mais antigas de que se tem notícia e, apesar dos grandes avanços da medicina, ainda é uma grande preocupação. Os números são alarmantes, mas a tuberculose tem cura se for seguido o tratamento corretamente. 


Introdução

A tuberculose tem sido identificada em esqueletos de mais de 6000 anos e, apesar dos grandes avanços da medicina nas últimas décadas, a tuberculose ainda é a doença infecciosa mais prevalente no mundo. No mês de setembro deste ano o Ministério da Saúde iniciou uma campanha contra a tuberculose, intitulada "Tuberculose tem remédio" com o objetivo de levar à população informações sobre a doença, como sintomas e tratamento. A meta da campanha publicitária é aumentar a detecção de casos, elevar o percentual de cura e reduzir o abandono do tratamento. Outras ações previstas são a qualificação das equipes que atendem os doentes e o reforço das atividades de diagnóstico.

Os números da Tuberculose

Apesar da redução recente do número de casos, o Brasil continua a figurar na lista dos 22 países que concentram 80% de tuberculose no mundo. Atualmente, o País ocupa o 19º lugar. A situação já foi pior. Em 2003, o Brasil ocupava a 15ª posição. A tuberculose é a terceira causa de morte por doenças infecciosas no Brasil e a primeira entre pacientes com aids.

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde registram uma queda de 73.673, em 2008, para 70.601 novas infecções em 2010. Com a diminuição, a incidência (número de pacientes por 100 mil habitantes) baixou de 38,82 para 37,99. Mas o número ainda é distante da meta prevista no Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, que é chegar, até 2015, em 28 casos por 100 mil. "Podemos alcançar essa meta, mas é preciso mais", afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério.

Os dados mostram que as maiores incidências da doença estão concentradas nos Estados do Rio de Janeiro (71,8 por 100 mil habitantes), Amazonas (69,2/100 mil), Pernambuco (47,5/100 mil), Pará (46,2/100 mil) e Rio Grande do Sul (45,3/100 mil).



O essencial para reduzir o número de casos, é ampliar o diagnóstico precoce da doença e garantir que pacientes sigam o tratamento indicado até o fim. Hoje, o ministério lançou campanha para alertar a população sobre o principal sintoma da doença, a tosse por mais de três semanas. A intenção é garantir que a população procure o diagnóstico precoce, seja nas instituições públicas ou privadas de saúde. "Quando o paciente faz tratamento sem interrupção, o paciente é curado", diz Barbosa.

Além de incentivar a população a procurar diagnóstico precoce, o ministério considera essencial alertar serviços de saúde e principalmente integrantes do Programa de Saúde da Família a identificar pessoas que possam apresentar sintomas da doença. "A tuberculose é uma doença comum. Se um agente de saúde, numa cidade como Rio ou Recife, fica muito tempo sem identificar um paciente, algo está errado", afirmou o secretário.


A doença

A tuberculose é uma doença infecciosa causada por um microorganismo chamado Mycobacterium tuberculosis, também conhecido como bacilo de Koch. Pode afetar diferentes órgãos, mas o comprometimento pulmonar é o mais freqüente.

A transmissão da tuberculose é quase que exclusivamente por vias aéreas. Através da tosse de uma pessoa com tuberculose pulmonar são eliminadas gotículas contendo o microorganismo e podem infectar uma pessoa em contato íntimo e prolongado. A ocorrência ou não da infecção dependerá também do estado imunológico da pessoa. A infecção poderá permanecer latente sem produzir sintomas ou desenvolver a doença. Cerca de 10% das infecções latentes se tornam ativas em algum momento da vida.

A maioria dos casos de tuberculose é causada pela reativação da infecção adquirida anos atrás, mais freqüentemente na infância, e é mais comum em adultos e jovens. O estímulo para a reativação pode ser a supressão do sistema de defesa do organismo, como ocorre na AIDS, ou outros fatores como a desnutrição e deficiência de vitamina D. Outras condições associadas com a reativação da tuberculose são doença renal grave, diabetes mellitus, silicose, cirurgia de estômago e transplantes.

As pessoas com tuberculose pulmonar apresentam tosse com quantidades variáveis de escarro, que podem ou não conter sangue, por três semanas ou mais. Podem apresentar também dor no peito e falta de ar, febre, sudorese noturna, perda de apetite e perda de peso. A doença primária não tratada irá progressivamente envolver todo o pulmão e também se disseminar. Os sintomas presentes nesse estágio podem ser graves, com tosse e escarro contínuos, falta de ar acentuada, febre alta, sudorese intensa, fraqueza e grande perda de peso.

24 de Março - DIA MUNDIAL DE COMBATE A TUBERCULOSE - Parte II

Diagnóstico

Todas as pessoas que apresentam tosse com escarro por mais de três semanas, acompanhada ou não dos outros sintomas da doença devem ser investigadas para a infecção da tuberculose. Alterações nos raios-X de tórax também podem ser vistas na tuberculose pulmonar. O diagnóstico definitivo de tuberculose, entretanto, requer a identificação do microorganismo nas secreções ou tecidos do paciente, como o exame do escarro. O tratamento é frequentemente iniciado antes do diagnóstico definitivo, entretanto a identificação do microorganismo é importante inclusive para testar a sensibilidade às drogas.

Existe também um teste para rastrear a exposição à tuberculose, é o chamado teste de Mantoux, mais conhecido como PPD. É realizado através de uma injeção intradérmica e medido através do tamanho da área da reação 48 horas após a aplicação. O diâmetro menor que 5mm é considerado como negativo e significa que não houve contágio com o bacilo ou que a vacina está protegendo a criança. O diâmetro entre 5 e 9 significa que não houve contágio com o bacilo de Koch, mas a vacina BCG está protegendo a criança, e acima de 10 significa que houve o contágio, e que pode ser um contágio recente.

AIDS e tuberculose

Aproximadamente 8 milhões de pessoas em todo o mundo são coinfectadas pelo HIV e pela tuberculose. No Brasil, 8% dos pacientes com tuberculose também têm Aids. Os pacientes HIV positivos são mais susceptíveis à infecção pelo M. tuberculosis, já que a infecção depende do estado do sistema imunológico que está suprimido nesses pacientes. Subseqüentemente, aproximadamente 50% das pessoas com as duas infecções irão desenvolver a tuberculose clínica, e as taxas de reativação podem ser até 20 vezes maior que em pessoas não HIV positivas. A tuberculose clínica está associada com uma menor sobrevivência das pessoas com AIDS.

Tratamento

Ao contrário do que muitos pensam, a tuberculose tem cura. Desde de 1944 se conhece os medicamentos capazes de curar a tuberculose. Mas para que haja um controle efetivo da doença é indispensável que se detecte a tuberculose ativa e se institua o tratamento correto.

O tratamento da tuberculose é prolongado, durando no mínimo seis meses, e na maioria dos casos não é necessária a hospitalização. O uso de medicamentos inadequados ou administrados irregularmente, ou em doses inadequadas é causa importante de não cura da doença. Além disso, com o tratamento inadequado, o microorganismo pode se torna resistente e eventualmente ser transmitido para outros indivíduos, sendo seu tratamento mais complexo e de custo elevado.

Os principais medicamentos utilizados no tratamento da tuberculose são a izoniazida, rifampicina e pirazinamida. Após duas semanas tomando o medicamento não ocorre mais a transmissão.

A tuberculose latente deve ser detectada e tratada preventivamente nos indivíduos que apresentam os fatores de risco para a reativação.

Prevenção

A prevenção da tuberculose consiste na vacinação infantil e na detecção e tratamento precoce das pessoas com tuberculose.

BCG é a vacina contra a tuberculose feita com um tipo de bacilo semelhante ao bacilo de Koch, que permite ao organismo criar defesas contra a tuberculose, sem causar a doença.

O BCG é indicado para todas as crianças de 0 a 4 anos e é aplicada na pele do braço direito. A vacina contra a tuberculose faz parte das vacinas obrigatórias para as crianças no Brasil. Estima-se que o BCG ofereça proteção à criança por um período em torno de 10 anos.